Me reinvento à cada segundo. Se hoje estou, amanhã posso não estar mais. Se hoje sou, amanhã, talvez, quem sabe? À mim o futuro pertence. Hei de fazer a vida valer a pena, porque minha essência se baseia no viver. Houve um tempo onde era alienado, comandado, boneco-de-fantoche. Tempo triste. Mas passou e de passado não se vive. Hoje eu sou, amanhã, talvez?
Autópsia sentimental.
7:04:01 @ 7/4/2015
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Posted by estopins-deactivated20160313
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